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Apoios 2016 para a Eficiência Energética no setor da Indústria

gestão da energia nas empresas do setor industrial é muitas vezes negligenciada por ter menor peso que outros fatores de produção.

No entanto, a eficiência energética diminui os desperdícios e contribui para o aumento da competitividade, num mundo cada vez mais globalizado e com uma concorrência feroz.

Estabelecido através do decreto-Lei n.º 50/2010, de 20 de maio, o Fundo de Eficiência Energética (FEE), constitui um instrumento financeiro desenvolvido para financiar os programas e medidas previstas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE).

O AVISO 19, prevê novas candidaturas para o FEE na Indústria, com objetivo de potenciar e modernizar o setor industrial e da agricultura, apoiando  o desenvolvimento de projetos e iniciativas que promovam a eficiência energética por via da otimização energética dos processos de fabrico e da introdução de novas tecnologias.

As candidaturas decorreram até ao dia 30 de setembro de 2016.

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Quem pode usufruir do FEE?
  • Operadores de instalações a cumprir as disposições constantes do Decreto-Lei n.º 71/2008, de 15 de abril, e com Acordo de Racionalização dos Consumos de Energia (ARCE) em curso, estabelecido através do Sistema de Gestão dos Consumos de Energia;

  • Operadores de instalações industriais (CAE 01 a 33) não abrangidos pelo regime do comércio europeu de licenças de emissão previsto no Decreto-Lei n.º 93/2010, de 27 de julho e no Decreto-Lei n.º 38/2013, de 15 de março, cujo consumo energético, no ano civil anterior, tenha sido inferior a 500 tep/ano.

 

Vantagens da Eficiência Energética:
  • Evita desperdícios;
  • Promove equipamentos mais eficientes;
  • Melhora os processos Industriais;
  • Aumenta a competitividade das empresas;
  • Beneficia o meio ambiente.

 

LogoPNAEE

 
Eficiência Energética no processo Industrial

Atualmente os sistemas modernos de controlo de processo industrial não são concebidos exclusivamente para a eficiência energética, mas também para a otimização da produção, da qualidade do produto e da segurança dos operadores dos equipamentos produtivos.

O processo de Eficiência Energética na Indústria pode se desenvolver nos seguintes âmbitos:
  • Monitorização e controlo – A gestão da energia consumida é uma tarefa que engloba várias medidas, tais como o planeamento, a monitorização e a implementação de estratégias de controlo otimizadas;
  • Tratamento de efluentes – Este processo permite remover muitos dos contaminantes existentes nas águas residuais, obtendo-se água tratada que pode ser reaproveitada no processo ou eliminada sem problemas ambientais associados;
  • Integração de processos – O balanço de energia de um processo pode ser utilizado para otimizar o recurso às utilidades exteriores ao processo.
  • Manutenção de Equipamentos – Os equipamentos necessitam de monitorização, manutenção e de reparação para que se mantenham eficientes.
  • Isolamentos Térmicos – O melhoramento do isolamento térmico de superfícies é uma medida de implementação simples. Os Isolamentos Térmicos criam uma barreira térmica que permite reduzir a transferência de calor.
  • Transportes – Numa instalação fabril existem múltiplos sistemas de transporte. No que diz respeito aos sistemas de transporte de matérias-primas, combustíveis e produtos acabados devem sofrer uma análise à otimização das cargas e à otimização de motores elétricos.
  • Formação e sensibilização de recursos humanos – Um operador responsável por um equipamento deve estar suficientemente informado e formado para manter o equipamento a funcionar em condições ótimas, sem descurar a sua segurança.
  • Redução de energia reativa A redução da potência reativa dos equipamentos elétricos permite a obtenção de poupanças elétricas através do aumento do fator de potência.

 

Fontes: PNAEE, ADENE

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