Dia Mundial da Vida Selvagem – 3 de Março

O Dia Mundial da Vida Selvagem comemora-se todos os anos a 3 de março.

A história deste dia começou a 20 de Dezembro de 2013, quando a 68ª sessão da Assembleia Geral da ONU proclamou o dia 3 de Março como o Dia Mundial da Vida Selvagem. A data não foi escolhida ao acaso, pois coincide com o dia da adoção da Convenção para o Comércio Internacional de Espécies Selvagens Ameaçadas de Fauna e Flora (CITES), organismo que tem como objetivo garantir que o comércio internacional não ameaça a sobrevivência das espécies.

A comemoração do Dia Mundial da Vida Selvagem pretende alertar para o estado de conservação de algumas das espécies da fauna e flora selvagens mais ameaçadas, direcionando as discussões para a necessidade de se encontrarem e implementarem medidas que possam ajudar na sua conservação.

De acordo com a ONU, atualmente mais de 8,4 mil espécies da fauna e flora silvestres estão criticamente em perigo e quase 30 mil são classificadas sob risco ou vulnerabilidade. Para além disso, o planeta está enfrentar níveis altos de ameaças, que são um risco real à biodiversidade, aos ecossistemas e à saúde humana. Além de um número de doenças emergentes que surgem de produtos animais, tanto domésticos como selvagens.

Plantas Aromáticas e medicinais – Preservar a saúde, o património e os meios de subsistência
Em 2026, o Dia Mundial da Vida Selvagem destaca o papel crucial das plantas aromáticas e medicinais.

As plantas aromáticas e medicinais têm um papel muito importante na natureza. Ajudam a manter os solos estáveis, aumentam a biodiversidade e fornecem alimento a polinizadores como abelhas e moscas-das-flores. São, por isso, essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas e para o bem-estar humano. No entanto, muitas destas espécies estão sob ameaça devido à destruição dos seus habitats, à colheita excessiva e ao comércio ilegal.

Em todo o mundo, estima-se que sejam utilizadas entre 50 000 e 70 000 espécies de plantas aromáticas e medicinais. Cerca de 1 500 estão incluídas nos anexos da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), sendo mais de 800 listadas no Anexo II, que regula o seu comércio.

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), mais de 20% das plantas usadas para fins medicinais e aromáticos encontram-se ameaçadas de extinção. As principais causas são a exploração excessiva, a perda de habitat, as alterações climáticas e o comércio não regulamentado.

Promover a utilização sustentável, reforçar as regras de proteção e sensibilizar para a importância destas espécies são passos essenciais para garantir que continuam a existir na natureza e a apoiar as comunidades que delas dependem.

A NOCTULA – Consultores em Ambiente realiza várias monitorizações ambientais, nomeadamente Monitorização de Sistemas Ecológicos:

 

A nossa equipa foi responsável pela coordenação das monitorizações do Lobo-Ibérico em diversos projetos direcionados para o setor da energia eólica:

 

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Fontes: Wildlifeday; ICNF

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