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Parque Eólico da Raposeira: Monitorização do Ambiente Sonoro

A NOCTULA – Consultores em Ambiente foi responsável pela Monitorização do Ambiente Sonoro na envolvente do Parque Eólico da Raposeira, localizado em Vila do Bispo, distrito de Faro – Algarve. Os critérios de avaliação do estudo foram desenvolvidos de forma a estarem em conformidade com as disposições do Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de janeiro.

Os ensaios Ruído Ambiental para o Parque Eólico da Raposeira, enquadrados no programa de Monitorização do RECAPE deste Parque Eólico, tiveram como objetivo a determinação do Nível Sonoro Médio de Longa Duração e Verificação do Critério de Incomodidade.

Um Parque Eólico em fase de exploração é, conforme o estabelecido no RGR, uma atividade ruidosa permanente, pelo que se encontra obrigada ao cumprimento efetivo destes dois parâmetros de análise.

Os ensaios contemplaram medições em 3 períodos de referência: diurno, entardecer e nocturno e cumpriram as exigências legais aplicáveis, relativas à regulamentação legal vigente sobre poluição sonora e sobre avaliação de impacte ambiental (AIA).

Todas as medições foram todas realizadas a uma altura aproximada de 4m acima do nível do solo.

Locais Monitorizados

Monitorizaram-se os locais de efetiva ocupação sensível previstos no RECAPE e adicionalmente, procedeu-se à monitorização de um ponto adicional.

  • 2 pontos de ocupação sensível;
  • Um recetor adicional, relativamente próximo dos 2 pontos anteriores.
 
Equipamentos
  • Sonómetro (2)
  • Calibrador sonoro (2)
  • Microfone (2)
  • Termohigrometro TSI Velocical
  • Anemómetro
 
Resultados Obtidos

Os valores médios obtidos, em todos os pontos e períodos de referência indicaram que:

  • O critério de incomodidade não é aplicável nos locais monitorizados;
  • A atividade do PE da Raposeira cumpre os “valores limite de exposição” em todos os locais monitorizados.
  • O ruído do movimento das pás dos aerogeradores só foi detetado episodicamente em alguns momentos à noite. Nos restantes períodos, as fontes dominantes foram naturais (em especial, o vento nas folhagens).

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